Uma jovem de 24 anos foi assassinada a tiros pelo próprio companheiro na madrugada deste sábado (2), em Imbituva, nos Campos Gerais do Paraná. O crime ocorreu por volta das 3h50, após uma discussão motivada por ciúmes, segundo informações da Polícia Militar.
A vítima chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. O suspeito foi preso cerca de 12 horas depois e teria confessado o crime no momento da abordagem.
Crime foi precedido por discussão
De acordo com relatos, o casal discutia quando o homem efetuou diversos disparos contra a jovem. Vizinhos acionaram a polícia após ouvirem gritos de socorro e, em seguida, cerca de oito tiros.
Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) prestaram socorro e encaminharam a vítima ao pronto atendimento municipal, mas ela não sobreviveu.
Suspeito fugiu e foi localizado horas depois
Após o crime, o homem fugiu do local. A Polícia Militar iniciou buscas e utilizou imagens de câmeras de segurança para identificar um veículo deixando a região logo após o ocorrido.
Com base nas informações, os agentes rastrearam possíveis rotas de fuga, incluindo passagem por pedágios. O veículo suspeito foi localizado ainda no mesmo dia, e o homem acabou detido.
Segundo a polícia, ele confessou o assassinato no momento da prisão. Já na delegacia, permaneceu em silêncio.
Histórico do relacionamento
Familiares informaram que o casal estava junto desde 2022 e que a jovem não havia relatado episódios anteriores de violência doméstica.
Ainda segundo os relatos, ela demonstrava intenção de se separar, mas mantinha o relacionamento devido ao filho de um ano que tinha com o suspeito. A vítima também deixa outra filha, de cinco anos.
Investigação em andamento
O caso será investigado pela Polícia Civil, que deve apurar todos os detalhes do crime, incluindo circunstâncias e possíveis antecedentes do relacionamento.
Violência doméstica em foco
O episódio reforça o alerta sobre crimes motivados por ciúmes e conflitos dentro de relacionamentos. Especialistas apontam que muitos casos de violência contra a mulher ocorrem de forma repentina, sem histórico formal de denúncia.


