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Cultura

Luan Santana encerra Festa Julina de Cajamar

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Foram quatro dias de festa com muita comida típica, brincadeiras, vinho quente e quentão, fogueira e claro, alguns dos melhores shows da atualidade.
No sábado, 06, quando os termômetros marcavam seis graus, quem fez a alegria do publico foi o ícone dos anos 90 – Salgadinho! Com todo swing e simpatia, o cantor fez o publico cantar junto seus vários sucessos, ente eles, “Inarai”, “Recado a minha amada” (Lua vai) e “No compasso do criador”, além de apresentar seu mais recente hit “Sol e Sal”.

No domingo, amanheceu um pouco mais quente e, ao entardecer, os termômetros registravam sete graus, foi a vez de Gustavo Mioto levar toda a sua solteirice para o palco da festa! Ao aparecer através de uma plataforma suspensa praticamente no meio do publico, era possível perceber que a noite seria das mais quentes. Apesar de ser o artista com menos tempo de carreira, Gustavo, mostrou toda sua maturidade musical levando o publico a cantar, todos os seus hits: “Anti-amor”, “Coladinha em Mim”, “Impressionando os Anjos” e, claro, “Solteiro Não Trai” que levou o publico ao delírio!

A segunda que começou com cara de feriado e termômetros mais altos – 15 graus – encontrou em Mano Walter o motivo para comemorar o descanso. No cair da noite, os oito graus registrados, foram esquecidos quando o cantor subiu ao palco e entoou os primeiros acordes de “Não Deixo Não”! E “Então vem cá”, “Eu não vou mudar” e “O que houve” aqueceu o Boiódromo!
Os nove graus que bateram nos termômetros da cidade de Cajamar não foi desculpa suficiente para segurar o publico em casa. Com seu mais recente hit, “Sofazinho”, Luan Santana abriu a última noite da festa. Tendo o público como sua “segunda voz”, Luan teve todo o seu repertório cantado pela platéia que esqueceu o frio e aqueceu a garganta cantando os maiores sucessos do cantor.

Com uma carreira recheada de estrondosos hits e sempre colocando músicas no topo das paradas de sucesso, Luan soube manter o calor de seu show do começo ao fim, mostrando que o número que mostrava no termômetro já não mais condizia com a realidade, que o inverno virou verão na primeira Festa Julina de Cajamar.

Cultura

Fã do Arsenal, brasileira ensina futebol em escola na Índia

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Com o pensamento de que o esporte pode transformar e moldar a vida de qualquer pessoa desde criança, Wanessa Moura, também conhecida como sósia da Penélope Cruz, dedicou parte do seu tempo durante trabalhos em Punjab, na Índia, para oferecer um pouco do seu conhecimento sobre o esporte favorito entre os brasileiros, o futebol. A modelo vestiu a camisa da solidariedade e mostrou às diversas crianças carentes de uma simples escola como fazer embaixadinhas com a bola. “Brincar com as outras crianças é sempre bom, quero continuar neste projeto para brincar cada vez mais e claro, jogar bola – disse Wanessa.

Engajada pelas causas humanitárias, ela se inspira em diversas celebridades como Angelina Jolie, Beyonce e Emma Watson. Para ela, apesar da fama e prestígio, eles atuam em prol das causas em que acreditam, sejam sociais ou ambientais. As fotos foram feitas em uma pequena cidade de Nova Dehli, enquanto Wanessa participava de uma campanha da marca Panasonic nas Olimpíadas de 2016. Fã, do Arsenal, ela comenta qual é o melhor jogador para ela. “O Melhor jogador com certeza É o Aubameyang, artilheiro da Premier League e com gols fundamentais ao longo da temporada. Foi uma contratação e tanto”, contou.

Fotos: Divulgação / CO Assessoria


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Cultura

Coletivo Roda Gigante inicia temporada no Jazz B a partir de 14 de julho

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Música instrumental produzida com requinte, modernidade e criatividade, assim se caracteriza o trabalho do Coletivo Roda Gigante que inicia dia 14 de julho, domingo, às 13hs, uma temporada no Jazz B (Rua General Jardim, 43, República, São Paulo) que se estenderá até novembro. Nessa temporada, além de relembrar as obras do trabalho “De Braços Abertos”, primeiro DVD do Coletivo, o grupo irá apresentar novas composições autorais e as releituras da obra de Gilberto Gil e de outros compositores.

Com identidade sonora única, o Coletivo Roda Gigante já está na estrada como grupo profissional desde 2011. Lançou seu primeiro EP em 2016 com composições autorais, entre elas: Samba do Bituca / Modesto / Xotezinho Sem Vergonha / Frevo à Mineira e Gratitude.

Link: Samba na Bituca: https://www.youtube.com/watch?v=iShdXHEh6es
No Spotify: https://open.spotify.com/album/3pypjqC1MNj3rdpDq4SRBG?si=n8lL2JZwSyuXFRo7cWl7xw

Composto por seis virtuoses integrantes, que já tocaram com músicos importantes brasileiros, optaram pela vertente mais intranquila como repertório: a música instrumental. Mas não para por aí. Isso significa que os elementos que compõem a apresentação do Coletivo Roda Gigante trazem influências inusitadas ao palco. Do Afro Frevo ao Candomblé, até música urbana, com evidente protagonismo da percussão. Hipnotiza e surpreende.

A música que tocam é dançante, inebriante e dá a chance de atuarem também como cantores, como nesse projeto de releituras do Gil, de grande aceitação do público. Eles participaram da boemia paulistana no antigo Bar do Cidão, onde as rodas de chorinho eram ponto de encontro de músicos de excelência. Depois, já com o grupo formado, fizeram uma temporada singular na Casa do Núcleo em São Paulo, além de shows pontuais na Rede Sesc e teatros populares. Sempre defendendo e encantando com um estilo instrumental próprio que compõe boa parte de seu repertório.
Link do Drão: https://www.youtube.com/watch?v=jZD_Nu6MvII

Os integrantes do Coletivo Roda Gigante são:

Alysson Bruno – Percussão
Nascido e criado na religião do Candomblé Ketú. Estudou percussão no Instituto Tom Jobin ULM; Durante sua carreira realizou projeto com Ari Colares, Toninho Macedo e com a Orquestra HB de Guga Stroyther onde experimentou a musicalidade do jazz em fusão com a tradição do Candomblé. Desde 2010 realiza turnê pela Europa acompanhando artistas ou ministrando workshops. É Regente do Bloco Charanga do Afoxé LLi Omo Dada há 15 anos e também do Bloco Afropercussivo Zumbiido de São Paulo.

Deni Domenico – Violão
Possui uma carreira sólida como compositor, cantor, produtor e instrumentista; dentro do Choro participou de turnês pela Europa; EUA e Argentina, num total de 14 países onde realizou concertos e workshops em renomados centros de ensino de Paris, Berlim e Holanda, como o Conservatório de Chatou; UDK e Escola Portátil de Choro de Roterdã. É Diretor do Clube do Choro e Filho de Guga, integrante do Língua de Trapo.

Lucas Brogiolo – Percussão
Formado em percussão popular pela EMESP e Conservatório de Tatuí, participou de trabalhos ao lado de Francis Hime, Ceumar; Roberto Sion; Ari Colares, Jonathan Silva, Duda Domenico entre outros. É um pesquisador do universo da cultura popular brasileira e de alguns países latinos. Atualmente toca com vários artistas e ministra workshops de percussão.

Maurício Pazz – Bandolim e violão tenor
Formou-se em Música e em Design Multimídia. Ao tocar numa banda do Budismo conheceu o poder transformador da música que atinge a tudo e a todos. Dedica-se a uma web série que idealizou: Cor do Som – Memórias da Música Negra. É músico de diversos projetos, entre eles da cantora Luedji Luna, onde percorre diferentes lugares do mundo acompanhando a cantora.

Renato Pereira – Violino
Formado em música pela Faculdade Cantareira foi Spalla da Orquestra Jovem Tom Jobim, sob regência e aulas do maestro Roberto Sion e Spalla em diversos outros grupos e orquestras em São Paulo. Desde sempre ouvia música em casa e o gênero mais tocado era o samba. Por isso no Coletivo comemora a diversidade de gêneros pois, o fluxo musical, vai do choro ao forró, do samba ao frevo; paraíso para ele? as pessoas dançando enquanto tocam.

Ricardo Perito – Cavaquinho
Seu bisavô foi maestro e fundador da Orquestra Filarmônica do Estado de São Paulo; o avô violoncelista. A herança das cordas trouxe para si. É violonista, cavaquinhista e iniciou seu caminho dentro de escola de samba. Tocou com Nereu Mocotó; Henrique Menezes; Miltinho da Viola e recentemente participou da homenagem feita a Dona Ivone Lara com presença da artista.

“Nosso público é formado por pessoas de todas as gerações. Ficamos surpresos porque a música instrumental, apesar de ser difícil de conseguir palco, quando consegue, lota a casa. Nossos shows recentes têm sido de uma grande comunhão com pessoas que buscam alternativas para sons diferentes e criativos. Acho que estamos conseguindo agradar com nosso repertório autoral e, sem dúvida, com a releitura do Gilberto Gil. A obra dele é fantástica e tem nos dados a chance de fazer uma homenagem à altura de seu legado, o que muito nos honra”, comenta Lucas Brogiolo, um dos integrantes.
Chega de dispersão. Os integrantes que sempre tocam com artistas de renome, agora se reúnem para unir suas competências nesse projeto tão importante que é divulgar a música instrumental brasileira e suas surpresas, através do trabalho singular do Coletivo Roda Gigante.

Agora, no Jazz B o Coletivo Roda Gigantes marca presença, dois domingos por mês – segundo e quarto domingo – até novembro: www.jazzb.com.br
Ingressos antecipados no site www.jazzb.com.br por R$15 e, na porta, R$ 20.
Facebook: https://pt-br.facebook.com/coletivorodagigante
Instagram: https://www.instagram.com/coletivorodagigante
Show Coletivo Roda Gigante
JAZZ B SUNDAY
Dias 14 e 28/07; 11 e 25/08; 08 e 22/09; 07 e 21/10 e 04 e 18/11
Horário: 13h
Endereço: Rua General Jardim, 43 – República
Telefone: (11) 3257-4290
Entrada para Deficientes
Aceita cartões de débito e de crédito

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Cultura

Leticia Pedroso representa no teatro a mesma personagem de Natalie Portman

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Apaixonada por artes cênicas, a atriz Leticia Pedroso que ganhou reconhecimento nacional após estar no elenco do premiado curta-metragem “Presos que Menstruam” em 2018 e de lá para cá não parou mais.

Estudante da tradicional escola de Artes Cênicas Celia Helena, na cidade de São Paulo, Leticia Pedroso está sempre envolvida com o mundo do teatro e recentemente representou a personagem “Laudisi”, na peça “Assim é se lhe parece”, de Luigi Pirandello e direção geral de Fernando Nitsch.

“É uma personagem forte, sem sexo definido, mas que unida ao enredo traz uma reflexão sobre Fake News e sobre fofocas em geral”, revela Leticia Pedroso.

Uma das maiores referências artísticas da jovem Leticia é Natalie Portman, responsável por dar vida a clássicos como Evey Hammond em V for Vendetta (2006), Ana Bolena em The Other Boleyn Girls (2008), Nina Sayers em Black Swan (2010), Jane Foster em Universo Cinematográfico Marvel Thor (2011), Jacqueline Kennedy em Jackie (2016, entre outros filmes até ser consagrada com os prêmios Oscar, BAFTA, Globo de Ouro – todos como melhor atriz. Por uma coincidência, a personagem “Laudisi” hoje interpretada por Pedroso foi encenada na montagem norte-americana justamente por Natalie Portman.

“Eu simplesmente pirei quando descobri que minha ídola já foi a “Laudisi”, me deu mais força para representá-la e estou realmente encantada com o resultado”, finaliza Leticia Pedroso.

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