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Cultura

Itaipu Surf Hoe promove esporte e cultura para Niterói

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Bióloga e publicitária por formação e amante da natureza pela vida, a niteroiense Luiza Perin iniciou sua vida no esporte aos 25 anos de idade, assim que a canoagem chegou na cidade de Niterói, onde também começou a desenvolver a sua paixão pela prática. Foi também em Niterói que nasceu o projeto e sua própria oficina de remo, que recebeu o Prêmio Sou de Niterói promovido pelo Jornal O Globo.

Luiza é fundadora da Itaipu Surf Hoe, junto com seu marido e um amigo, dois remadores de stand-up. A associação hoje completa cinco anos e o espaço tem como objetivo mostrar o lado da canoa que vai além do esporte e trazer para os seus alunos um completo mergulho através da história do esporte e como ela chegou a ser o que é hoje, como diz o instrutor Leonardo Pirozzolo durante uma de suas aulas:

“Eu acho muito importante trazer essa cultura porque ela representa todo o desenvolvimento de uma nação. Voltando lá para o triangulo polinésio, o bom das crianças saberem além de onde o esporte veio, elas vão saber também o que ele é hoje e através de que, das suas raízes. Quanto mais a gente poder passar informação da origem do esporte, maior a gente garante o crescimento para os lados positivos do desenvolvimento. A aula vai além da atividade física, vem toda a cultura, dentro da canoa, uma coisa simples que a gente pode falar agora: só pode ter pensamento positivo se não o barco afunda. Acaba que isso se torna um exercício diário. Todo dia nós temos uma dose de terapia.”

Em uma entrevista exclusiva dada pessoalmente, Luiza mostra um pouco mais de sua própria história e relata detalhes de como é a situação atual da modalidade e conta como é o passado cultural das canoas, que por si podem ser divididas em OC1, OC2 e OC6, nomenclatura de origem havaiana que tem origem no termo “Ocean Canoe”, que se relaciona com a quantidade de lugares disponíveis em cada embarcação.

Como surgiu o Itaipu Surf Hoe?

Eu sou remadora desde 2005, conheci o esporte quando eu tinha 25 anos, logo quando a canoa chegou em Niterói, foi um instrutor Marcelo Depardo que introduziu o esporte na cidade. Desde que eu comecei a remar, já me apaixonei pelo esporte, pela filosofia e pelo tudo que o remar no mar proporciona. Eu já era do esporte, praticava natação em águas abertas, então todo fim de semana eu estava fazendo travessias de natação, viajava para nadar. Quando eu conheci o esporte, eu já sabia que era uma coisa que estava chegando para ficar na minha vida, eu remava lá em Charitas, ai chegou uma época da minha vida, que eu sou bióloga, e morava lá em Icaraí, eu recebi uma proposta de trabalho lá na Serra da Tiririca, ai vim morar em Camboinhas por conta do trabalho. Aqui em Itaipu ainda não tinha canoa, e a minha vida havia ficado toda concentrada aqui na região oceânica, trabalhava na Serra da Tiririca, morava em Camboinhas, tinha um programa de rádio aqui em Itaipu também na Oceânica FM, então eu queria trazer a minha vida para cá, e pensei em trazer uma canoa aqui para Itaipu e começar a propagar o esporte aqui. Eu sou bióloga marinha e tenho formação também em publicidade, venho de uma família de jornalistas, meu pai e minha irmã mais velha são, sempre tive essa inspiração da escrita e usar o intelecto de forma criativa, então eu fui convidada para conduzir um programa de rádio chamado “Consciência Ambiental”, eu dirigi ele por 2 anos e toda terça-feira eu tinha entrevistas e foi uma experiência bem enriquecedora.

O clube é dedicado às canoas havaianas, como foi trazerem essa modalidade do remo para a região?

A gente começou já com uma junção de canoa com stand-up. Em 2012, quando fundamos o Itaipu Surf Hoe, os dois esportes estavam bem começando, apesar do esporte ter chegado no Brasil em 1999 para 2000, mas ela veio crescendo com alguns booms, alguns verões ela deva uma crescida e depois recuava, e agora só, nesse momento atual que a gente vive, é que a canoa está realmente se propagando de uma forma bem expressiva. A junção dos dois aqui foi uma feliz coincidência, porque o meu primeiro aluno que foi o Fabiano, que veio a ser o meu marido depois, ele era remador de stand-up, e ele queria remar de canoa e tal, e a gente conseguiu juntar tudo e formamos uma sociedade com mais um amigo chamado Fabinho, que também era remador de stand-up, então falamos em juntar a canoa com o stand-up em um mesmo lugar e começar a difusão deles. Os dois esportes tem a mesma origem são oriundos da polinésia em geral, o stand-up podemos dizer que ele é mais havaiano mesmo, mais a canoa se a gente disser que ela é uma canoa havaiana, não é errado, é correto porque ela é, mais é injusto com outras ilhas do Pacifico, porque ela é originária de várias ilhas, utilizada por todos os povos polinésios, então no Taiti, nas Ilhas Marquesas, Ilha de Páscoa… em todas as ilhas do Oceano Pacífico, os povos utilizam canoas como essas, então por isso o correto é dizer canoa polinésia, mas não é errado dizer que é canoa havaiana.

Falando um pouco da questão cultural polinésia, acredita que seja importante apresentarmos além do esporte, um pouco dessa cultura para o público?

Eu não diria nem importante, eu diria essencial, porque se não a gente perde o propósito de ser, porque essa canoa ela é oriunda da cultura de povos do Oceano Pacífico, povo polinésio, que na verdade todas as ilhas foram conquistadas com canoas desse modelo, com estabilizador lateral, então ela é o retrato de uma cultura. Elas chegam como esporte, e se espalham atreladas a raízes culturais desse povo, então é importante respeitarmos isso para que não se perca e não vire uma coisa unicamente com fins comerciais, não sendo só um instrumento de prática esportiva. Ela vai além do esporte, porque o contato com a natureza que ela proporciona, esse “ir para o mar”, ir além, isso abre a mente de uma pessoa, uma pessoa que nunca foi para o mar, ela senta numa canoa e vai, isso de alguma forma está transformando a cabeça dela.

Em relação às aulas, como elas funcionam e quais são os públicos que vocês têm aqui?

A gente recebe praticamente todos os perfis. Não conseguimos fazer uma turma sempre homogênea, porque é uma escola aberta, recebemos pessoas de todas as idades, com perfis diferentes, os mais atléticos, voltadas ao condicionamento físico, auta-performace, e aqueles que estão unicamente para terem um contato com a natureza, irem para o mar sossegado em busca de qualidade de vida. Recebemos pessoas de todas as idades. A faixa etária dos remadores chega a ir de 30 a 60 anos, mais é um esporte que ainda não é muito procurado por adolescentes e por jovens. Agora a gente abriu uma turma infantil, que vai fazer um ano, em que recebemos crianças de 7 a 14 anos, embora 14 já não seja mais criança, ainda não temos alunos de 14 anos, mas estamos com muitas crianças de 7 a 8 anos, são 10 alunos. Todas as férias, férias de inverno e de verão, abrimos um curso de férias, que dura geralmente duas semanas e temos um boom grande também, juntando 20 a 30 crianças. É bem misto, e a ideia é colocar as crianças, entregar um remo, uma canoa e o oceano. É mais do que ensinar a remar.

Ainda sobre a modalidade, quando se trata de remar, o tempo e a navegação se tornam algo bastante importante. Quais os cuidados e responsabilidades que mais chamam a atenção de vocês durante as atividades?

Eu considero uma das coisas mais importantes para o crescimento responsável do esporte no Brasil e no mundo é essa responsabilidade com a navegação, você enxergar que um esporte náutico é diferente de uma prática cotidiana, diferente de entrar em uma academia e poder estar chovendo canivetes, mas vai entrar naquele ambiente, você tá com os riscos controlados. No mar a gente tem que trabalhar de forma dobrada e triplicada para ter esse controle dos riscos. Uma boa gestão de riscos é essencial, ter o conhecimento de uma navegação segura, normas de trânsito marítimo, porque o que é considerado embarcação, desde de um caiaque pequeninho de uma pessoa até uma plataforma de petróleo é uma embarcação. Temos extremos aí que estão lidando no mar com as mesmas normas de trânsito, com as mesmas regras, passagem de navios, os canais… tudo isso nós temos que saber para não colocar em risco as pessoas que estão com a gente. Como o esporte está crescendo cada vez mais agora, esse envolvimento da Marinha e dos órgãos regulamentadores, essa aproximação está começando agora, porque cada vez mais existem mais canoas no mar, singrando o mar de um ponto ao outro, então isso está começando agora a chamar atenção das pessoas no sentido de regulamentar o tráfego de canoas, porque ainda não é uma coisa oficial e muita gente enxerga unicamente como esporte. A nossa briga e a nossa luta na verdade é para que consigam enxergar como esporte náutico, os responsáveis pelos clubes e escolas, possam assumir essa responsabilidade e enxergar o quanto elas precisam ter conhecimento de navegação, de mar, envolvendo a segurança na prática. Ela é bem vista, mais é um trabalho de formiguinha, todas as pessoas que praticam, dirigentes de escolas e núcleos tem que assumir essa responsabilidade e levar ela adiante, porque na hora que um começar a fazer besteira, digamos assim, começar a cruzar um navio pela frente, atrapalhar o tráfego de embarcações maiores ou permitir que acidentes aconteçam, machucando pessoas, isso vai começar a denegrir a imagem do esporte.

Como é o feedback que recebem dos alunos e como sente que isso muda a vida deles?

Sempre muito interessante. Tem pessoas que chegam aqui e transformam a sua vida, na maioria dos casos a pessoas se envolve muito com essa prática, então já teve casos em que aluno chegou aqui e perdeu mais de 20Kgs, que ai não é só a remada, queimar calorias em si, é o quanto a pessoa deseja transformar a sua vida depois que ela entra em contato com isso, com a saúde, com a qualidade de vida, com a natureza, a parte espiritual. Eu recebo esse feedback, as pessoas me falam, tem gente que chega aqui com depressão, tomando remédio, e depois de um tempo remando vem me falar: “Olha Luiza, eu parei de tomar remédio”. Tem muitas histórias, muitos cases assim de sucesso, são inúmeras.

Sobre as aulas das crianças, observamos em uma delas que o companheirismo do grupo é algo que está sempre presente. Essa união chega a ir além do esporte?

Sim, porque as pessoas começam a se relacionar, começa a fazer grupos de amizades, isso acontece muito. As pessoas saem da canoa, vão tomar um café na padaria, se reúnem, a gente até brinca que vira uma “Ceita” (risos), porque eles começam a falar de canoa, o assunto é só esse. As pessoas estendem a relação além-mar. Aqui no Surf Hoe temos aulas segunda, quarta e sexta. Tem outros grupos que colocam remadas todos os dias, mais aqui são esses três dias.

A respeito da guarderia que vocês mantêm, como costuma funcionar esse serviço?

É um serviço a parte, paralelo a aula. As pessoas pagam uma mensalidade e tem as facilidades. A vantagem de ser uma pessoa que mantem a sua prancha em uma guarderia, é que você se relaciona com outras pessoas, tem a disponibilidade de funcionários que cuidam da sua canoa, levam e buscam na praia, você sai com outras pessoas em conjunto, perde aquilo de stand-up para uma pessoa, as pessoas ficam mais estimuladas.

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Vanessa Bartocci: A empresária que aposta na diversidade de perfis para o concurso “Mostra Brasileira”- (MB)

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“O que é a BELEZA pra você?”
Essa será a grande pergunta que a Empresária Vanessa Bartocci (que comanda o time da empresa Produção Brasil) quer que o público responda em um Reality Nacional, sobre “padrões de beleza dos anos 2000”

A Produção Brasil é uma Empresa especializada no Mercado Artístico, com ênfase em Concursos de Miss e Mister, mas a CEO Vanessa Bartocci, sempre questionou sobre o porquê a Beleza não poderia ser vista do INTERNO (quem você é) para o EXTERNO (medidas, peso, altura)… sendo que quando uma Miss Brasil é eleita, o conteúdo é o que é mais cobrado! Por que não avaliarmos começando pelo contrário e se tivermos que adaptar algumas medidas “padrão”, passarmos por um bisturi?



Trajetória:

Passando por todas as Franquias de Concursos de Miss e Mister, Vanessa resolveu criar o seu próprio Nacional – o MB – (Mostra Brasileira) junto com seu braço direito, o produtor Alexandre Augusto, onde os estados trarão uma pessoa autêntica , onde medidas, idade, e outros requisitos tão cobrados, serão meros complementos !
Pois aqui, o foco será a AUTENTICIDADE como beleza. “E nós, aqui no Brasil, temos uma vasta diversidade de perfis lindos, sem “padrões impostos”, mas com muito conteúdo e diferenças para mostrar!” Diz a Empresária

Vale salientar que seu trabalho, tem transformado a óptica do mercado nacional, sobre a diversidade de padrões, e trazido uma nova visão a cerca de mostrar todas as aptidões que um perfil exige para ser completo!

Lembrando que as seletivas Estaduais já estão abertas, e você pode saber mais e acompanhar as novidades da Produção Brasil e da Mostra Brasileira ( MB )



Sigam no Instagram:

@producao.brasil

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Conheça um dos maiores nomes da cena eletrônica, Matheus Meca

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Com a carreira apenas no início, MECA começou a estudar produção musical e realizar participações em algumas produções com artistas no qual ele se identificava, nascendo assim a releitura da ‘Sunlight’, com VOV e Davi Lisboa e da ‘Man With The Red Face’, com Ownboss. O artista está apostando suas fichas na “Let U Go”, principalmente, por ser sua primeira track original. Inicialmente, o projeto ganhou vida quando Matheus começou a ser convidado para abrir as apresentações de Vintage Culture há pouco mais de um ano. Atualmente, o artista consegue se destacar pelas suas apresentações e sets ímpares, apresentando-se em todo o Brasil.

 

Meca tem feeling de pista e sede de mojitos. Meca já tocou no Universo Paralello, no Laroc, no Privilege, no Só Track Boa Festival e no Brasil todo. Meca é o Meca. Meca é um sobrenome tão legal e fácil, que não vai sair da sua cabeça, assim como suas músicas. Welcomeca!

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Ator e modelo Vitor Iwama lança carreira de desenhista

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Vitor Iwama, de 21 anos de idade, é natural de Guarulhos, cidade da grande São Paulo, e atua como modelo e ator. Além de mandar bem nas fotos, que sempre são incríveis, o modelo é um ótimo profissional. Agora Vitor vem com uma super novidade para os amantes da arte, um dom que sempre esteve com ele, mas nunca o revelou, que é o da pintura.

Ao longo da sua carreira desde seus 14 anos atuando como ator e modelo, Vitor também tinha desde criança um hobby muito interessante que era desenhar, mas nunca teve tempo e pensamentos de levar isso como profissão,  por conta da correria de trabalhos que ele fazia como modelo e ator.

Vitor nos relata que em um certo final de semana parou para fazer um desenho simples em uma folha de papel, e após finalizar o desenho ele teve a ideia de passar o desenho para parede do seu próprio quarto, com isso ele teve a ideia de gravar e mostrar esse talento para mais de 200 mil pessoas que o seguem no Instagram.

Logo após de ter terminado o desenho na parede e ter gravado o vídeo, Vitor postou no seu Instagram e o público interagiu de uma forma totalmente positiva e amaram esse talento até então escondido.

“Não esperava que iria ter um retorno tão grande e positivo, as pessoas realmente amaram” disse Vitor. Com o feedback positivo do público, ele começou a postar com mais frequências desenhos no papel, na parede e começou a fazer quadros. A popularidade dele como desenhista só foi aumentando, até começar a vir pessoas com o desejo de comprar seus desenhos e caricaturas.

Diante desta repercussão positiva. Vitor decidiu abrir uma marca para trabalhar com a sua arte que ele nomeou como “IWAMA ART“ que tem como propósito levar paz e felicidade para a pessoa através da arte. Vitor agora está comercializando seus serviços como desenhos em paredes, pinturas em quadros, desenhos em folhas e caricaturas.

Iwama garante que vai sempre fazer seus trabalhos com muito amor e carinho, sempre mantendo em paralelo a sua carreira de modelo e ator.

“Estou amando ver as pessoas admirando meu trabalho e reconhecendo a minha arte. Fico feliz de levar alegria para as pessoas através dos meus dons. Sou muito grato.” encerra Vitor.

Acompanhe Vitor Iwama e seus desenhos através das redes sociais: instagram.com/vitoriwama  /  instagram.com/iwama.art

Créditos Fotográficos: Leonardo Garcia (instagram.com/byleogarcia)

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