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Diversidade

Defensora Pública integrante da Comissão dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos fala sobre inclusão no Ensino Médio

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 Durante entrevista na Rádio Justiça, Flávia Albaine explica que as instituições de ensino e a sociedade devem se adaptar para a inclusão das pessoas com deficiência

Nessa terça-feira, dia 11 de dezembro, a Defensora Pública Flávia Albaine, que também faz parte da Comissão dos Direitos das Pessoas com Deficiência da ANADEP, foi entrevistada na Rádio Justiça, do Distrito Federal, para falar sobre a inclusão na Base Nacional Comum Curricular.

Atuante em Rondônia, ela possui um trabalho expressivo na área de inclusão social, dando ainda mais ênfase ao assunto na rádio do Supremo Tribunal Federal.

Trazendo para o plano legal o conceito de inclusão, a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência trata de afastar qualquer restrição ao acesso a um ambiente marcado pela diversidade. Sistema educacional inclusivo, por óbvio, não é um sistema exclusivo para as pessoas com deficiência, mas uma qualificação do sistema educacional para que possa atender adequadamente a todas as pessoas, com e sem deficiência, de maneira inclusiva, permitindo a convivência construtiva e pedagógica entre todos os alunos. (CNMP, 2016, p. 40)

“O direito à educação é um direito fundamental, da mesma forma que é um direito importantíssimo e assegurado por lei para a pessoa com deficiência. Essa reforma educacional terá de respeitar os direitos dessa parcela da população”, ressalta.

Nesse contexto, Flávia lembra que a reformulação não trouxe em seu texto dispositivos específicos sobre a educação para as pessoas com deficiência, mas sim uma reforma como um todo.

“Eu acredito que o assunto já esteja bem regulamentado pelo Estatuto da Pessoa com Deficiência, então, quando houver a homologação e a implementação desses pontos, é preciso ficar atento de como serão as suas práticas. A preocupação maior deve ser na efetivação da reforma educacional para as pessoas com deficiência”, explica.

A educação na prática para as pessoas com deficiência

O apresentador do programa Justiça na Tarde, Ricardo Viula, perguntou sobre a rotina das matrículas de pessoas com deficiência nos centros de ensino, ainda que o Supremo Tribunal Federal tenha imposto que não deva haver adicionais para isso.

Assim, a Defensora Pública explicou que o País é muito grande e, infelizmente, ainda há inadequação.

“Algumas escolas públicas e particulares não estão preparadas para incluírem as pessoas com deficiência e querem repassar esses custos para os pais. Por isso, eles devem procurar instituições como a própria Defensoria Pública, para saberem como agir, pois, isso é ilegal, conforme já decidido pelo STF na ADI 5357.”, esclareceu.

Quanto à educação inclusiva, Ricardo indagou sobre o estatuto da pessoa com deficiência e a inserção delas no ambiente educacional exclusivo.

Então, Flávia mostrou que o estatuto traz um novo modelo social para essa abordagem.

“Não é a pessoa com deficiência que precisa de adaptar para poder ser aceita e participar da vida social, ou seja, não precisa de ‘normalizar’ para alcançar os demais alunos. Mas sim a escola e a sociedade têm de se adaptar para receber a pessoa com deficiência, para que ela consiga ter o maior grau de autonomia possível e consiga interagir o máximo possível como as demais pessoas da sociedade”.

Ela sugere algumas dessas situações na prática, como a atuação do professor mediador, que hoje já é um instrumento muito importante para a inclusão. Isso porque ele faz essa “ponte” do aluno com deficiência e a sua turma.

                               Flávia Albaine

Para saber mais sobre o assunto, basta clicar AQUI e ouvir a entrevista da Defensora Pública Flávia Albaine na íntegra. Caso queira, acesse diretamente os links da programação no www.radiojustica.jus.br.

Diversidade

Novidade para o público gay em São Paulo, Dédalos Bar ganha selo sustentável

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Em abril de 2019, o centro de São Paulo ganhou uma novidade para homens gays que curtem aquela paquera. O Dédalos Bar é o novo cruising da cidade, situado na região do Largo do Arouche com jogos, drinks, mini cine, glory holes e um labirinto fantástico onde milhares de homens já se perderam desde a inauguração do espaço. Diariamente, há promoções para várias tribos no bar, que vão de entrada VIP até descontos especiais.


“A ideia é contemplar diversos perfis existentes na cena gay. Ursos, estudantes, daddies, frequentadores de academia e até os motoristas de aplicativo ganham entrada vip durante a semana. Gosto de promover esses encontros” diz Nando Dias (foto acima), proprietário, com experiência de 12 anos no ramo de sex clubs. Inclusiva, a empresa tem duas transexuais no seu staff e com o crescimento esse número deve triplicar. O cardápio conta com cinco drinks afrodisíacos exclusivos, criados pelo sommelier Lukas Rodacoski. Três fliperamas com mais de 5 mil jogos também estão disponíveis para os clientes. 


A pegada sustentável também é um diferencial. A empresa é a primeira do ramo a receber o selo “Eu Reciclo”, que certifica a logística reversa das embalagens de empresas de todo o Brasil. “Quero conscientização, fazer com que as pessoas se divirtam em um local que se importa com os descartáveis, com a água e a energia. Além disso, nossas ações serão todas pensadas para promover o bem-estar dos clientes e colaboradores”. O local também conta com distribuição gratuita de preservativos e tem campanhas de novas formas de prevenção como a Prep (Profilaxia pré exposição) e Pep (Profilaxia pós exposição).
 O Dédalos Bar fica na rua Bento Freitas, 38, República (esquina com o Largo do Arouche), São Paulo/SP.
www.dedalosbar.com.br


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Diversidade

Victor Gonçalves faturou 1 milhão de reais em 4 meses na internet

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Dropshipping é um modelo de e-commerce sem estoque. Funciona da seguinte forma: o comércio eletrônico faz a venda do produto e envia a ordem dessa transação para o fornecedor parceiro, que é quem realiza a entrega para o cliente em nome da loja virtual. O lucro é a diferença entre o preço cobrado ao cliente e aquele cobrado pelo parceiro.

Após um estágio no área de melhoria contínua, Victor percebeu o poder de monetização da internet e viu aí a possibilidade de mudar sua história. “Tenha pensamento de abundância! Se você colocar na sua cabeça que vai faturar um milhão de reais em 6 meses, tem que pensar hoje como alguém que tem 1 milhão de reais. Só assim isso se torna possível”.

Então, estudou formas de obter lucros na internet e com R$1000,00 na conta decidiu empreender. Investindo em anúncios no Facebook Ads e acreditando no poder do networking, deu os primeiros passos: “Invista em relacionamento. Meu networking era fraco, não conhecia pessoas bem sucedidas financeiramente. Hoje networking vale mais do que dinheiro, então paguei para me relacionar com pessoas de alto nível, e isso mudou completamente meu mindset”.

Assim, colocou seu primeiro produto à venda e, embora não tenha conseguido concretizar transações comerciais, tirou daí mais uma lição: “Seja antifrágil! Sempre que passar por um problema, sacode a poeira e retorna mais forte ainda. A vida só recompensa quem não desiste!”.

Obstinado a vencer, tendo como principal objetivo dar melhores condições de vida a seus pais, o jovem retirou o anúncio do ar e lançou outro produto que já no primeiro dia lhe rendeu um faturamento de R$400,00. É como sempre diz: “O propósito nunca pode ser o dinheiro. Se o seu propósito for grana, quando você estiver desanimado, vai pensar “eu consigo viver com o que tenho”. Porém, se o seu propósito for maior, como o meu, que era dar uma boa condição de vida para meus pais, na hora da dificuldade você vai pensar “tenho que continuar, não é por mim, é por eles””.

Reinvestiu o dinheiro em mais anúncios no Facebook e juntamente com seu irmão e sócio Thiago Gonçalves estruturou a loja, contratou duas pessoas e buscou melhores fornecedores.

Buscando formas de adquirir mais conhecimento em Copywriter, Facebook Ads, estrutura de empresas e melhoria de processos, Victor tem em mente que acreditar e visualizar o sonho é o pontapé inicial para o sucesso “Lei da Atração, que eu chamo de fé! Visualize aquilo que você almeja, para que todos os dias você dê um passo em direção a sua meta”.

A ascensão de seu e-commerce é algo impressionante e serve de inspiração a vários jovens que também almejam empreender. No primeiro mês o que era mil reais, se tornou 68 mil. No segundo mês se tornou 270 mil, chegou a 375 mil no terceiro mês alcançando o topo de 1 milhão quatro meses após o seu início.

O jovem que nasceu em Muriaé, interior de Minas Gerais hoje voa alto e coleciona alguns prêmios. Já conheceu quatro países e está indo morar por um tempo na Europa.

Deseja que outras pessoas também alcancem seu sucesso e por isso, em sua página da rede social Instagram (@dropvictor) gera conteúdo gratuito todos os dias sobre Dropshipping e tem mais de 100K de seguidores.

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Cultura

Após Lei Maria da Penha completar 13 anos, Bruno Assunção faz abordagem ao assunto.

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A Lei Maria da Penha completou no dia 7 de agosto deste ano, 13 anos.
A lei define a proteção as mulheres contra todos os tipos de violência familiar e doméstica

 “Hoje a lei Maria da Penha garante que agressores sejam tenham prisao preventiva decretada ou sejam presos em flagrante ”, frisou Bruno Assunção.

Ele lembra que, no passado, as aplicações das penalidades eram brandas, como pagamento de multas e até mesmo serviço comunitário. A criação da lei fez com que encorajasse as denúncias e cada vez mais ajude a salvar vidas.

Entende-se como violência doméstica não somente aquela cometida por companheiros (as), mas outros membros da família como filho, pai, tio e irmão. A legislação compreende além da agressao fisica, a violência moral, patrimonial, psicologica e sexual.

Bruno Assunção, engajado na em proteção as mulheres, comentou a grande importância de as mulheres estarem cada vez mais unidas a favor da equidade de direitos e também no combate ao machismo.

“Quero lembrar que hoje morrem cerca de 13 mulheres ao dia no país. Além do machismo, ”, disse Bruno Assunção .

Para ele, é imprescindível que todas conheçam os seus direitos e encontrem apoio para sair do ciclo e da cultura criada de violência.

Em caso de violência, ligue:
Disque denúncia: 180
Polícia Militar: 190

Bruno Luiz Antunes de Assunção, empresario, engajado na Luta, representante da funcionabilidade de aproximação ” Mulher + Segura “

Bruno Assunção

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