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Com apenas 21 anos, a empresária transexual Vitória Guarizo teve a maior parte da sua vida acompanhada na internet, começou aos 14 anos, antes de se transicionar, a gravar vídeos para o Youtube e hoje mantém o interesse de muitos de adolescentes com uma das contas mais badaladas do Insta.

Além de ter sido embaixadora do Criança Esperança e ser referência entre o meio, a teen chama atenção por ter entre a lista de seus amigos Paris Hilton.

Em conversa com o site, a jovem falou sobre a relação entre as duas.

“Sou próxima dela porque sinto que ela passou por coisas que eu passei de uma maneira completamente diferente, mas ainda assim parecida. Então, ela me entende e toda as vezes em que nos falamos, ela diz: “Você está bem? Você é incrível. Você consegue superar isso, apenas seja verdadeira com você mesma”. Ela me ajuda muito.

image - Ao nosso site, Vitória Guarizo fala sobre amizade com Paris Hilton: 'Ela me entende'

Foto: Divulgação

Diversidade

Superintendente Carol Caldas comemora doação: “O sangue LGBT+ também salva vidas”

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A campanha ‘Sangue LGBT+ também salva vidas’, que foi realizada em quatro hospitais públicos do estado do Rio de Janeiro na semana passada, foi estendida no Hospital Pedro Ernesto (HUPE)*, em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio até o fim do mês. Carol Caldas, a nova superintendente de Políticas LGBT+, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SEDSODH), fez sua doação de sangue na tarde desta terça-feira (07/07) e falou da emoção do ato de amor.

“Estou muito emocionada ao doar sangue. É um dia que vai ficar marcado na minha vida. O sangue LGBT+ também salva vidas. O Rio de Janeiro sempre na vanguarda dos direitos civis. Hoje continuamos fazendo história. É uma alegria que não cabe em mim.Essa política salva vidas.”, afirma a superintendente de Políticas LGBT+ do Rio, Carol Caldas.

A campanha marca a passagem do Dia Mundial do Orgulho LGBTI (28 de junho) e a recente conquista, junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), do direito de lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e intersexo, entre outros, também serem doadores.

Além de ampliar o tempo de duração da campanha, o HUPE e a SEDSODH, que promove a ação, fecharam uma parceria para a capacitação dos funcionários do seu banco de sangue para que estes prestem o melhor atendimento a essa nova parcela da população que começou a doar agora.

Recomendações

A Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos avisa: é necessário que o doador leve o documento original com foto, esteja bem de saúde e tenha entre 16 e 69 anos. Já os menores de 18 anos devem levar autorização e documento do responsável.

Além disso, o doador deve ter peso mínimo de 50 quilos, não estar em jejum, evitar alimentos gordurosos três horas antes e ter dormido pelo menos seis horas.

O intervalo mínimo entre uma doação e outra é de dois a três meses. Para conhecer outras recomendações e impedimentos à doação de sangue, acesse o site do Ministério da Saúde.

O subsecretário de Promoção, Defesa e Garantia dos Direitos Humanos da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro, Thiago Miranda, destaca que é preciso seguir as orientações de segurança, como o uso de máscara e o distanciamento social.

“Doar sangue e salvar vidas sempre foi um desejo de muitos, mas a barreira do preconceito sempre foi um obstáculo. Derrubamos essa barreira e vamos juntos promover a diversidade”, afirma o subsecretario.

Decisão do STF

A restrição à doação de sangue de homens que fazem sexo com homens impedia que gays e bissexuais doassem sangue caso sua última relação sexual tivesse sido a menos de 12 meses. A proibição incluía mesmo aqueles que declaram ter usado preservativos e mantido relacionamento estável com um único parceiro.

A decisão que autorizou a doação foi tomada pela maioria dos ministros do supremo, em votação virtual concluída em 8 de maio.

Os magistrados atenderam à ação direta de inconstitucionalidade ajuizada pelo PSB, declarando inconstitucionais as restrições à doação a homens que fazem sexo com homens que constavam na Portaria 158/2016 do Ministério da Saúde e na Resolução RDC 34/2014 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Os ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Cármen Lúcia, Rosa Weber, Gilmar Mendes, Luiz Fux e Dias Toffoli formaram a maioria a favor da ação.

O relator, ministro Edson Fachin, considerou que a garantia da segurança dos bancos de sangue deve ser buscada com requisitos baseados em condutas de risco e não na orientação sexual dos doadores, o que classificou como “discriminação injustificável e inconstitucional”.

Sangue LGBT+ também salva vidas

Horário: 8h as 15 h
Data: de seg. a sex. até 31/7
Local: Hospital Universitário Pedro Ernesto
Endereço : Boulevard Vinte e Oito de Setembro, 109 – Vila Isabel – Rio de Janeiro
*Por conta do isolamento social, as doações serão realizadas mediante agendamento pelo telefone (21) 2868 8134.

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Diversidade

Governo do Estado prorroga campanha de doação de sangue pela população LGBT+

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Nova decisão do STF afirma que ninguém pode ser impedido de doar sangue por orientação sexual

A campanha ‘Sangue LGBTI também salva vidas’, que foi realizada em quatro hospitais públicos do estado do Rio de Janeiro na semana passada, vai ser estendida no Hospital Pedro Ernesto (HUPE)*, em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio até o fim do mês. Carol Caldas, a nova superintendente de Políticas LGBT, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SEDSODH), fará sua doação de sangueestará nesta terça-feira (07/07), às 13h, prestigiando a campanha doando seu sangue.

“O nosso sangue LGBT+ também salva vidas. Esse momento é histórico. Esse minha doação de sangue representa muita luta. Estamos quebrando paradigmas ao dar continuidade a essa política pública. É emoção e felicidade ao mesmo tempo”, afirma a superintendente de Políticas LGBT+ do Rio, Carol Caldas.

A campanha marca a passagem do Dia Mundial do Orgulho LGBTI (28 de junho) e a recente conquista, junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), do direito de lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e intersexo, entre outros, também serem doadores.

Além de ampliar o tempo de duração da campanha, o HUPE e a SEDSODH, que promove a ação, fecharam uma parceria para a capacitação dos funcionários do seu banco de sangue para que estes prestem o melhor atendimento a essa nova parcela da população que começou a doar agora.

Recomendações

A Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos avisa: é necessário que o doador leve o documento original com foto, esteja bem de saúde e tenha entre 16 e 69 anos. Já os menores de 18 anos devem levar autorização e documento do responsável.

Além disso, o doador deve ter peso mínimo de 50 quilos, não estar em jejum, evitar alimentos gordurosos três horas antes e ter dormido pelo menos seis horas.

O intervalo mínimo entre uma doação e outra é de dois a três meses. Para conhecer outras recomendações e impedimentos à doação de sangue, acesse o site do Ministério da Saúde.

O subsecretário de Promoção, Defesa e Garantia dos Direitos Humanos da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro, Thiago Miranda, destaca que é preciso seguir as orientações de segurança, como o uso de máscara e o distanciamento social.

“Doar sangue e salvar vidas sempre foi um desejo de muitos, mas a barreira do preconceito sempre foi um obstáculo. Derrubamos essa barreira e vamos juntos promover a diversidade”, afirma o subsecretario.

Decisão do STF

A restrição à doação de sangue de homens que fazem sexo com homens impedia que gays e bissexuais doassem sangue caso sua última relação sexual tivesse sido a menos de 12 meses. A proibição incluía mesmo aqueles que declaram ter usado preservativos e mantido relacionamento estável com um único parceiro.

WhatsApp Image 2020 07 06 at 18.28.48 300x225 - Governo do Estado prorroga campanha de doação de sangue pela população LGBT+

A decisão que autorizou a doação foi tomada pela maioria dos ministros do supremo, em votação virtual concluída em 8 de maio.

Os magistrados atenderam à ação direta de inconstitucionalidade ajuizada pelo PSB, declarando inconstitucionais as restrições à doação a homens que fazem sexo com homens que constavam na Portaria 158/2016 do Ministério da Saúde e na Resolução RDC 34/2014 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Os ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Cármen Lúcia, Rosa Weber, Gilmar Mendes, Luiz Fux e Dias Toffoli formaram a maioria a favor da ação.

O relator, ministro Edson Fachin, considerou que a garantia da segurança dos bancos de sangue deve ser buscada com requisitos baseados em condutas de risco e não na orientação sexual dos doadores, o que classificou como “discriminação injustificável e inconstitucional”.

Sangue LGBT+ também salva vidas

Horário: 8h as 15 h
Data: de seg. a sex. até 31/7
Local: Hospital Universitário Pedro Ernesto
Endereço : Boulevard Vinte e Oito de Setembro, 109 – Vila Isabel – Rio de Janeiro
*Por conta do isolamento social, as doações serão realizadas mediante agendamento pelo telefone (21) 2868 8134.

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Diversas

Especialista na indústria de webcamming Priscila Magossi revela nova perspectiva para a área de live cams

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IMG 20200626 WA0075 - Especialista na indústria de webcamming Priscila Magossi revela nova perspectiva para a área de live cams
Dra. Priscila Magossi (Comunicação e Semiótica/PUC-SP) é pesquisadora científica (ABCIBER/CENCIB), ativista dos direitos humanos, e autora/fundadora do projeto New Camming Perspective (NCP): um programa de treinamento para modelos online, desenvolvido com base em seus 17 anos de estudos acadêmicos em ciências sociais aplicadas (2003-2020) e 10 anos de experiência no mercado de webcamming (2010-2020). O público-alvo do projeto são mulheres que desejam se emancipar da tradicional visão sobre este trabalho, que reduz as profissionais a meras produtoras de conteúdo sexual. A NCP tem como um de seus focos a fidelização dos usuários nas salas das modelos a partir do desenvolvimento de conexões afetivas entre ambos.
“A NCP parte de uma premissa muito pontual, a de que (1) pornografia, (2) freemium camming e (3) premium camming são serviços muito diferentes, apesar de oferecidos no mesmo segmento de mercado, que é a Indústria Adulta. Tanto a pornografia quanto o freemium camming (salas públicas de videochat) são metodologias de trabalho baseadas na satisfação sexual imediata com pouca ou nenhuma conectividade emocional. O premium camming (sessões privadas), por sua vez, pode ser compreendido pelo acolhimento afetivo gerado a partir da intimidade entre a modelo e o usuário em apresentações particulares. Um dos desdobramentos de uma relação com maior intimidade são experiências mais elaboradas, com fantasias e fetiches (desvio do desejo sexual para uma performance específica)”, explica Priscila.
Para a autora, a importância em desfazer a associação do camming (interatividade e conexão) com a satisfação sexual instantânea é a possibilidade de uma mulher ser valorizada, no mundo adulto, por qualidades que não priorizem seus atributos físicos, mas que também englobem aspectos emocionais e intelectuais tais como empatia, inteligência e boa capacidade de comunicação verbal.
“O Camming no Brasil se expressa, em geral, como extensão do “pornô lésbico” (termo  mais acessado em sites de pornografia por brasileiros). No entanto, a New Camming Perspective (NCP) caminha em outra direção ― não necessariamente oposta mas, certamente, muito diferente. As diretrizes do nosso programa de treinamento se baseiam em trabalhar diversas formas de criar vínculos afetivos e intelectuais com os usuários ao invés de realizar shows eróticos sem nenhuma conectividade emocional. Um dos benefícios desta abordagem enquanto modelo de negócios está no aumento da produtividade da camgirl, no menor desgaste físico) e na fidelização do usuário, convertendo, assim, em maior lucratividade.”, sintetiza Priscila.
IMG 20200626 WA0074 - Especialista na indústria de webcamming Priscila Magossi revela nova perspectiva para a área de live cams
A New Camming Perspective (NCP)  tem sido desenvolvida e aplicada pela indústria internacional de webcamming desde 2016. A nova abordagem é constantemente reconhecida e premiada internacionalmente: já foram mais de 30 premiações/nomeações (2016-2020) recebidos pelos eventos de maior prestígio do mercado, tais como AVN, AWSummit, Lalexpo, Live Cam Awards, XBIZ e YNOT. Entre as premiações mais recentes estão os prêmios honoríficos das empresas Diva Traffic para o projeto propriamente dito; pelo seu impacto no mercado, e Terpon; para a autora, pelo pioneirismo e qualidade de sua pesquisa, durante o EXEC AWARDS 2019 ― uma premiação exclusiva para executivos da indústria, realizada pelo AWSummit, em Mamaia (Romênia). Além disso, a autora possui uma coluna na AVN  ―  principal revista deste segmento de mercado  ―  na qual escreve artigos quinzenais (em inglês) sobre temas polêmicos de grande relevância social, tais como “plágio na indústria adulta” e “liberdade e opressão no setor”, por exemplo.
Apesar do reconhecimento internacional e da autora ser brasileira, a  inserção do projeto no Brasil se deu a convite da modelo e ativista Juliana Villegas (@julianavillegas), em meados de outubro de 2019. Naquele momento os principais sites brasileiros de webcamming estavam importando as práticas mais nocivas do setor, como, por exemplo, restringindo o tráfego de usuários para as salas das modelos à condição de terem que se sujeitar a fazerem performances de “pornô lésbico” ― shows de 2, 3, 4, 5 mulheres juntas em anúncios publicitários ― e à seguirem maratonas de 72h online sem parar a fim de concorrerem a um “prêmio” do site. Essa foi a “gota d’água” para muitas modelos que, indignadas, começaram a protestar e se organizaram para que esse tipo de abuso tivesse um fim. E elas conseguiram: maratonas e demais barbaridades nunca mais se repetiram!

IMG 20200627 WA0000 - Especialista na indústria de webcamming Priscila Magossi revela nova perspectiva para a área de live cams

“Vale a pena pontuar que shows eróticos ou pornografia não são um problema em si, desde que estas metodologias de trabalho sejam escolhidas livremente pelas modelos e não uma imposição das empresas para que elas consigam tráfego de usuários. Além disso, a NCP não tem o objetivo de estabelecer relações hierárquicas entre um serviço e outro, mas sim o de oferecer uma alternativa a mais para o setor, voltada para um público-alvo específico de modelos e de usuários que se identifiquem com essa abordagem”, esclarece Priscila.
Em síntese, a New Camming Perspective (NCP) é uma metodologia operacional que tem como propósito (1) humanizar o setor a partir da luta por condições de trabalho mais dignas, inclusive expondo práticas abusivas e opressivas deste mercado; (2) colaborar para a inserção social da modelo online; (3) aumentar a remuneração do trabalho e as margens de lucro por meio da elaboração de um perfil específico de usuários: aquele que seja capaz de compreender que pagar por um serviço não lhe dá o direito de objetificar e maltratar quem o oferece.
IMG 20200626 WA0073 - Especialista na indústria de webcamming Priscila Magossi revela nova perspectiva para a área de live cams
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SOBRE A AUTORA

Priscila Magossi é jornalista (Mackenzie-SP/Brasil), Mestre e Doutora em Comunicação e Semiótica (PUC-SP/Brasil). Desde que começou sua jornada pelo campo científico, Magossi tem estudado os impactos dos meios de comunicação de massa e da cibercultura na sociedade pós-moderna, com foco, prioritariamente, na dinâmica dos vínculos sociais. Magossi é autora do projeto NEW CAMMING PERSPECTIVE (newcammingperspective.com): um estudo formal sobre a indústria de Live Cams, desenvolvido originalmente na língua inglesa. Entre os principais conceitos desenvolvidos estão: (1) Building Connections (“criando conexões”) entre modelos e usuários por meio do (2) Social Aspect of Camming (“aspecto social do camming”), o que só é possível de ser desenvolvido quando o (3) Social Traffic (“tráfego social”) é estrategicamente selecionado.

 

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