A demanda por cobre, particularmente no setor de energia, aumenta entre três e sete vezes mais do que o consumo de cobre na construção civil ou nos usos industriais tradicionais.

A Agência Internacional de Energia (IEA) tem enfatizado o cobre como um dos metais mais críticos para na transição de energética global. A energia renovável, como as turbinas eólicas, fazendas solares, carros elétricos e estações de recarga consomem quantidades significativamente maiores de cobre do que tecnologias tradicionais. Ao mesmo tempo, o crescimento na demanda de infraestrutura nos Estados Unidos, na Índia e na China, impulsionados pelo crescimento dos data centers e pelas aplicações de inteligência artificial, começa a impor pressão na oferta global do metal. A abertura e expansão de novas minas têm exigido cada vez mais tempo, além do fechamento de minas relevantes, como Cobre Panamá, que representava cerca de 1% a 1,5% da produção global de cobre. Além disso, operações importantes na República Democrática do Congo, no Chile, e no Peru enfrentam desafios operacionais e regulatórios que afetam a produção.

Paralelamente, os Estados Unidos introduziram tarifas sobre metais importados no início de 2025, o que impactou os preços no mercado COMEX e estimulou compras domésticas. Esse cenário contribui para um ambiente de maior volatilidade no mercado do metal.

Nos mercados internacionais, o movimento de preços reflete essa pressão. Em diferentes momentos de 2025, o cobre chegou a ser negociado abaixo de US$ 9.000 por tonelada. Em 2026, o preço gira em torno de US$ 12.900 por tonelada.

Esse cenário reforça a visão de muitos analistas de que o cobre deve continuar sendo um dos metais estratégicos da próxima década, funcionando como um verdadeiro termômetro da atividade econômica global. Para países como o Brasil, com forte presença industrial e demanda crescente por infraestrutura elétrica, o movimento também cria oportunidades para fabricantes nacionais de condutores e cabos elétricos. Empresas como a Santa Luiza Condutores Elétricos, com mais de duas décadas de atuação no mercado, acompanham essa transformação de perto, atendendo setores industriais e de infraestrutura que dependem diretamente do cobre.

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